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Confirmado: Microsoft vai oferecer upgrade gratuito para o Office 2010

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Mas só para quem comprar o Office 2007 dentro do prazo do programa que deve ser lançado ainda este mês, promete o CFO da empresa.
O principal executivo financeiro da Microsoft confirmou nesta terça-feira (2/3) que a empresa vai oferecer uma atualização gratuita para o futuro Office 2010, a partir deste mês.

Em uma apresentação na conferência Morgan Stanley Technology, Media & Telecom, o CFO da Microsoft, Peter Klein, disse que o programa Office 2010 Technology Guarantee será lançado antes do fim de março.

No mês passado, detalhes de um programa de atualização gratuita para o Office 2010 vazaram na web quando um especialista da Microsoft publicou informações em um site voltado à comunidade de parceiros. O texto do site afirmava que a oferta seria lançada em 5 de março, e que o programa valeria até 30 de setembro.

De acordo com a informação que foi vazada, os clientes que comprassem uma cópia elegível do Office 2007 durante este período poderia baixar uma versão correspondente do Office 2010 de graça quando ela fosse lançada, o que deverá ocorrer em junho. Os usuários que quisessem uma cópia em DVD teriam de pagar uma pequena taxa para cobrir os custos de envio e embalagem.

Os compradores de Office Home and Student 2007 receberiam uma cópia gratuita do Office Home and Student 2010, enquanto os commpradores do Office Standard 2007 poderiam receber uma cópia gratuita do Office Home and Business 2010, uma novidade na linha. Compradores do Office Small Business 2007 ou Office Professional 2007 seriam elegíveis para uma cópia gratuita do Office Professional 2010.

Klein não especificou uma data para o lançamento da oferta, mas disse que ela virá este mês, e mais cedo do que tarde, já que ele disse aos analistas de Wall Street que a Microsoft irá reter de 300 milhões a 350 milhões de dólares do trimestre que termina em 31 de março para cobrir os custos do upgrade.

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Dez tecnologias que precisam urgentemente de padronização

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adaptors-150.jpgHá mais de uma década estamos lidando com alguns problemas de padronização em produtos tecnológicos. São diversos sistemas operacionais para celulares, o que acaba causando incompatibilidade no momento de troca de arquivos com outro celular, por exemplo.

Sistemas de mensagens instantâneas diferentes que também acabam impedindo que sistemas distintos troquem mensagens e controles remotos espalhados pela mesa de centro da sala são outros exemplos que incomodam nossa vida e precisam melhorar.

Listamos dez tecnologias que precisam urgente de padronização, antes que mais invenções piorem o cenário em vez de trazer soluções para nós.

1. Um plugue universal
Ao longo dos anos usamos dezenas de carregadores, conversores, fontes, baterias e adaptadores de tomada para ligar o laptop, celular, MP3, câmeras digitais, GPS e outros gadgets à rede de energia elétrica. É um pesadelo de fios.

Os adaptadores USB estão um passo a frente, mas ainda assim é preciso lidar com seis tipos diferentes de conectores USB, dependendo do gadget. Se o usuário possui uma câmera com conector mini-USB e seu telefone celular usa micro-USB, então já é necessário levar os dois carregadores se ele for viajar. Muito inconveniente. E carregadores universais nem sempre funcionam, já que cada gadget possui características bem diferentes, como tensão de alimentação.

Com tantos dispositivos eletrônicos que os usuários móveis são obrigados a lidar no dia a dia, uma padronização é urgentemente necessária. Em 2009, a maioria dos grandes fabricantes de celulares (com exceção da Apple, claro) concordou em padronizar carregadores de celulares e smartphones com o conector Micro-USB, e isso deve ser feito até 2012.

Durante os últimos três anos, grupos como o Green Plug têm feito lobby para as empresas de eletroeletrônicos adotarem um único padrão de plug, mas até agora não há qualquer sinal resultado positivo. Mas podemos adicionar nossos protestos no site I Want My Green Plug.

2. Controle Remoto Universal
Com home theaters, player de filmes, gravadores, HDTVs, tudo isso com um lugar reservado na sala de estar, um usuário comum pode, em pouco tempo, acabar com cesto cheio de controles remotos. Todos fazem mais ou menos as mesmas coisas, com pequenas diferenças. Será que todo fabricante de TV, DVD, DVR, set-top box e outros produtos, precisam reinventar a roda a cada lançamento?

Precisamos de um controle que não necessite de um tutorial de meia hora para aprendermos todas as funções. Talvez o Projeto Natal, da Microsoft, que reconhece gestos para controlar uma imagem, possa ser utilizado em nossos dispositivos. Isso sim, seria uma mão na roda.

3. Instrumentos musicais virtuais
Ao jogar Rock Band no Xbox 360 ou Guitar Hero no PS3, o jogador quer apenas tirar as notas com a melhor performance que puder, e obter assim o melhor número de acertos e fazer um grande show. Infelizmente cada game precisa de uma bateria ou guitarra específica, além de ser também compatível com o console.

A boa notícia é que a situação está melhorando. A Activision e a Harmonix estão reconhecendo a dura batalha que os gamers enfrentam para jogar em conjunto, com seus intrumentos diferentes.

4. Um formato único de arquivo
PCs e Macs existem há 25 anos e as pessoas ainda têm dificuldades para trocar arquivos entre esses dois sistemas. E não se pode esquecer do Linux e que também existem outras plataformas, além destas.

A maioria dos mais de 1000 formatos de arquivo existentes são nativos de uma única aplicação. Precisamos de um único formato que possa ser exibido com precisão em todas as plataformas – e com a formatação correta também.

Nos últimos quatro anos, a OpenDocument Format Alliance vem desenvolvendo um formato baseado em XML que faz com que documentos do pacote Office sejam todos compatíveis entre as plataformas.

O grupo conta com o endosso de governos internacionais e apoio de grandes plaaformas, como o Google Docs e Open Office. Mas até a Microsoft apoiar o OpenDocument, o grupo não terá resultados rápidos.

5. Baterias inteligentes para smartphones (e teclados)
Caso a bateria de uma lanterna ou controle remoto termine, basta ir a qualquer supermercado para comprar outra. Mas quando a vida útil da bateria do celular ou smartphone acaba, ficamos amarrados aos revendedores do fabricante ou temos que apelar para marcas duvidosas, porém com preços bem menores, mas sob o risco de danificar o aparelho por conta de falhas de alimentaçãou ou vazamentos.

Os telefones possuem características tão diferentes que precisam de baterias e carregadores específicos? Cá entre nós, o que eles precisam mesmo é de energia elétrica!

Deve-se padronizar conectores, softwares, redes de telefonia e até controles remotos e assim, facilitar a vida do pobre usuário.

O IEEE's Cell Phone Battery Working Group fez sua primeira reunião em fevereiro de 2010 para discutir o aumento da vida útil da bateria, assim como a elaboração de um invólucro padronizado. Infelizmente, considerando a lentidão com que a IEEE geralmente ratifica as normas, tal decisão parece que irá demorar muito.

Outro item que precisa de padronização nos smartphones é o teclado. Existe alguma lei que diz que o símbolo "@" (e outros) precisam ficar localizados em teclas diferentes para cada fabricante? Sempre quando trocamos de celular, temos que de nos acostumar com o novo teclado até ganharmos agilidade ao digitar de novo.

6. Avatares universais
Não, não se trata dos personagens de pele azul com cara de gato do filme homônimo. À medida que a web cria cada vez mais ambientes em 3D, cada um de nós terá um personagem virtual único que pode fazer parte do jogo World of Warcraft, vagar pelas ruas desertas do Second Life e fazer parte também de aplicações 2D, com o Facebook e, até quem sabe, para nos identificar em sistemas comerciais usados pelas empresas.

Várias organizações e grupos, incluindo a IBM, a Linden Lab (criadora do Second Life), Multiverse e o próprio consórcio Web3D, estão trabalhando em padrões de forma a permitir que os avatares possam viajar entre os diversos mundos online. No entanto, os avatares ainda não receberam passaportes para isso.

7. Discos de Blu-ray e DVD livres dos códigos por região
Ao viajar para o exterior é possível que a pessoa encontre um filme em DVD ou Blu-ray que não consiga encontrar em seu país e por um preço bem menor. Mas decide não comprar, pois sabe que os discos são feitos por região e, portanto, não irá funcionar quando retornar a seu país de origem.

O motivo, como de costume, é o dinheiro. Estúdios querem cobrar preços mais elevados em seus discos em certas partes do mundo, sem a concorrência das importações provenientes de locais onde se vende por menos. Mas à medida que conteúdos multimídia tendem a migrar para serviços online, tal limitação parece estar com seus dias contados. A menos, claro, que a indústria invente algum outro tipo de controle para infernizar a vida dos consumidores que só querem pagar o preço justo pelo que compram.

8. A segurança dos softwares de segurança
É fácil reconhecer um programa de edição de textos e um de planilha de cálculos. Mas o que dizer de um software de firewall ou um aplicativo contra invasões e vírus?

“É possível comprar um cadeado em uma loja local e contar com ele para proteger um local de sua casa, pois são fabricados segundo normas”, observa o CEO da Comodo, Melih Abdulhayoglu. Empresa desenvolve antimaware e fundador do Common Computing Security Standards Forum.

Mas não há um 'cadeado' equivalente para computadores. “Qualquer um pode rotular um software malicioso de Firewall ou Antivírus e torná-lo disponível para download. Uma pessoa leiga vai baixa pensando tratar-se de um software de proteção”, diz Abdulhayoglu.

O Fórum CCSS está trabalhando para estabelecer linhas de base para recursos e desempenho de um software de segurança, bem como formas de desenvolver artifícios para distinguir softwares de segurança ligítimos de iscas falsas.

Mas até agora, empresas da categoria peso-pesado do ramo, como a McAfee e Symantec, não se pronunciaram sobre o assunto.

9. Clientes de mensagens instantâneas que falam a mesma língua
Um serviço de VoIP pode chegar praticamente a qualquer serviço de telefonia de outras tecnologias, graças a regras como protocolos SIP e H.323. Mas se o usuário quiser enviar uma mensagem do Skype para o MSN ou Google Talk, por exemplo, é melhor usar pombos-correio.

Aplicativos de terceiros, como o Trillian Astra, oferecem suporte a múltiplos clientes de mensagens instantâneas, mas não conseguem abranger toda a gama de recursos que cada cliente oferece. Estamos nesta situação há mais de uma década. Não podemos chegar a um acordo?

10. Apenas uma regra para a rede de telefonia celular
Imagine um mundo sem operadoras de celular. Imagine todos os aparelhos com sinal ótimo e se comunicando sem qualquer problema de rede. Tudo bem, é uma utopia, coisa de sonhador, mas não estamos sós.

Quando o Google tentou conseguir a licença para a faixa de espectro de 700 MHz nos leilões da FCC (Federal Communications Commission), muita gente pensou que estava livre de concorrentes com problemas de sinal e com preços caros. Esta faixa de frequência era usada pela velha TV analógica nos Estados Unidos.

Mas a Verizon e a AT&T ganharam a maioria dos leilões e a rede aberta de celular e a possiblidade de haver uma rede aberta ainda não surgiu. Porém, ainda temos esperança que isso aconteça. Pode demorar mais ainda em países como o Brasil, mas já sabemos que pode acontecer.

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Infecção pelo botnet Kneber indica uso de antivírus desatualizado

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Praga que contaminou 75 mil máquinas em mais de 2.500 empresas no mundo na semana passada não é nova e poderia ter sido evitada.

web_incomodos_150Um botnet malicioso denominado Kneber foi identificado pela NetWitness há alguns dias e infectou quase 75 mil computadores, em cerca de 2.500 diferentes empresas no mundo todo. Tal comportamento foi suficiente para que muitos o comparem ao worm Conficker, um pouco de exagero se lembrarmos que o Conficker infectou milhões de máquinas.

No entanto, é sabido que a ameaça do Conficker nunca foi totalmente explorada, e que embora tenha afetado menos PCs, o Kneber representa uma risco maior em termos de comprometimento de informações pessoais e corporativas.

O Kneber não é uma ameaça nova e sim uma nova denominação para o infame e conhecido trojan Zeus. Seu código é o mesmo que o Trojan.Zbot, que também é baseado no Zeus, e vem sendo observado há algum tempo.

Apesar de ser conhecido pelas empresas de segurança, o Kneber infelizmente é apenas mais um botnet disponível na rede. Em recente pesquisa da McAfee constatou-se que nos últimos três meses de 2009 quase 4 milhões de novas máquinas foram infectadas por botnets.


Mas embora o Kneber esteja aumentando o potencial de infecção do botnet Zeus, ele não envolve nenhuma nova ameaça. E usuários que utilizam softwares de segurança atualizados também estarão protegidos desta praga. Por isso, especialistas afirmam ser importante manter softwares e sistemas atualizados, para evitar falhas na segurança.

O lado ruim dessa história é constatar que cerca de 2.500 empresas de todo o mundo, incluindo agências do governo, tenham uma segurança tão fraca a ponto de permitir que seus 75 mil sistemas ficassem comprometidos com essas ameaças, as quais há mais de um ano já foram detectadas e informadas como se proteger.

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Projeto Natal chega até dezembro para donos de Xbox 360, diz Microsoft

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O sistema de controle corporal para games da Microsoft, o Project Natal, será lançado até o fim de 2010, no que promete ser um grande ano para os donos do Xbox 360.

As novidades sobre o console da Microsoft abriram a apresentação do Chief Executive Officer (CEO) da empresa, Steve Ballmer, durante a Consumer Eletronic Show na quarta-feira (6/1).

O executivo também mostrou três novos tablets que serão lançados ainda esse ano, incluindo um dispositivo da HP que rodava uma versão para PC do software do Kindle, da Amazon. O aparelho parecia um pouco com um e-reader que rodava Windows 7 e incluía o Windows Media Player e outros aplicativos.

Não era o tablet Courier que a Microsoft está trabalhando e que era esperado durante a apresentação. O Courier, como foi reportado pelo blog Gizmodo em setembro, é um dispositivo com duas telas sensíveis a múltiplos toques que abrem como um livro, além de ter capacidades como de passar itens de uma tela para outra.

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Sistema de controle corporal para games deve ser lançado a tempo para as compras de Natal. Preço ainda não foi definido.
Ballmer não mencionou o Courier, e as novidades sobre jogos tomaram a maior parte do evento. “2010 vai ser um ano chave para donos do Xbox”, devido ao Project Natal, muitos novos jogos e serviços online, disse o presidente da divisão de entretenimento da Microsoft, Robbie Bach, que acompanhou Ballmer no palco.

O Project Natal foi anunciado durante a E3 ano passado. É um sistema de controle de jogos que permite que os usuários usem gestos com o corpo inteiro, como chutes e socos, para interagir com a ação na tela. Ele acompanha uma câmera 3D para detectar os movimentos do corpo e passa eles para a tela.

Ele não divulgou preço nem como o Project Natal será vendido, mas disse que funcionará com todos os consoles Xbox 360.

Outra novidade para os jogadores será a Game Room, uma loja virtual que venderá clássicos dos anos 70 e 80 para serem jogados pela rede Xbox Live.

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O ano de 2010 também será forte para jogos do Xbox 360. A Microsoft lançará um novo episódio da popular série Halo, chamada Halo Reach, que contará a história do que aconteceu antes do primeiro Halo, lançado em 2001.

A Microsoft também vai introduzir uma nova categoria de jogos, “os thrillers de ação psicológica”, com o jogo “Alan Wake”, que conta a história de um escritor de mistério que fica preso dentro de suas próprias novelas. “Pense em ‘Lost’ escrito por Stephen King e dirigido por David Lynch”, disse Bach.

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Microsoft descontinua Xbox 360 Pro e introduz novas versões do console

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A partir de 3/2 chegam às lojas o Xbox 360 Arcade (R$ 1.249), sem HD, e o Elite (R$ 1.999) na cor preta e disco de 120 GB.

A época pode não ser a mais propícia, afinal começo de ano é o momento no qual o consumidor está às voltas com pagamentos de impostos e, os pais, com a compra de material escolar para os filhos. Mas isso não impediu a Microsoft de reformular sua linha de games e lançar, a partir desta quarta-feira (3/2) dois novos kits oficiais do console Xbox 360: Arcade e Elite, e que vêm acompanhados dos jogos Fable II e Banjo-Kazooie, além de cabo HDMI.

O console Arcade é o mais barato – 1.249 reais – chega na cor branca, tem 256 MB de armazenamento interno, controle sem fio, cabo de áudio e vídeo e não tem HD. Já o Xbox 360 Elite, mais completo e mais caro (1.999 reais), vem na cor preta, vem com HD de 120 GB e os mesmos acessórios do modelo Arcade, além de controle remoto, só que na cor branca.

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Xbox 360 Arcade (branco) e Elite: nova estratégia

O gerente de marketing para linha Xbox 360 da Microsoft Brasil, Guilherme Camargo, explica que a estratégia usa pela empresa foi oferecer dois modelos de console para atender públicos diferentes. “Para quem não tem interesse em jogar online, o Arcade é o console ideal. E, ele ainda terá a opção de comprar o HD no futuro”, diz. Segundo Camargo, o disco de 60 GB, além de acessórios como controles sem fio e o kit Play and Charge, tudo na cor preta, estarão disponíveis a partir do final de fevereiro, mas os preços ainda não foram definidos.

Xbox 360 Pro
A versão anterior do console da Microsoft, que atualmente custa 1.499 reais, está sendo descontinuada. Camargo diz que os modelos que ainda estão em estoque (para cerca de 3 ou 4 meses) nas lojas continuam a ser vendidos – não haverá mudança no preço, que foi reduzido em dezembro, por conta das vendas de Natal. O preço mais alto que o Arcade se justifica pela presença do HD no modelo antigo.

As vendas neste período, aliás, surpreenderam a Microsoft. Camargo conta que, diferentemente do Natal de 2008, quando o Xbox 360 Pro era vendido a 2.299 reais, as vendas de final de ano foram muito boas. “O Natal de 2008 foi muito magro. O período compreendido entre outubro e dezembro e que compreende o Dia das Crianças foi o ápice da crise [econômica]”. Sem revelar números, o gerente diz que no mesmo período de 2009 as vendas cresceram quase cinco vezes. “A redução do preço, nesse mercado, tem um impacto muito grande. Um game 20 reais mais barato pode significa o sucesso ou o fracasso de um título”, completa.

Mercado em crescimento
Números nesse setor são coisa rara. Camargo diz que para cada console vendido no mercado formal, pelo menos outros dez entram no Brasil por meio de canais alternativos, como importação ilegal ou compras feitas no exterior por quem viaja. Nesse contexto, o gerente diz que a Microsoft tem entre 10% e 15% do mercado formal. Sem citar fontes, ele diz que a Sony, líder do mercado no setor de consoles, vendeu perto de 1 milhão de consoles no Brasil em 2009. “Queremos ampliar nossa fatia este ano para pelo menos 20% do mercado de consoles”.

A Microsoft já anunciou que vai lançar o Natal, seu projeto de controle comandado por movimentos, no final do ano. “O Natal nos põe a frente da Nintendo [com o Wii] e da Sony [que recentemente mostrou seu controle acionado por movimento] porque o usuário é que se transforma no controle do game. Agora, a concorrência é que terá de correr atrás de nós”, diz Camargo.

Novos títulos
Ainda no primeiro semestre de 2010, será lançada uma nova versão do Lips para o Xbox 360, o Lips: Party Classics, com sucessos musicais que abrangem as décadas de 1960 até 1990. O game trará um sistema interativo no qual o jogador interage com o game por meio de um microfone sem fio com sensor de movimento que influi na ação do personagem na tela.

Outros dois títulos serão lançados com exclusividade para a plataforma da Microsoft. O Crackdown 2 – sequência do jogo de ação que se passa em uma cidade invadida por mutantes e tomada pelo caos – e Alan Wake, título de ação em terceira pessoa que tem como principal característica a liberdade de movimento e suspense.

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Botnet ‘Chuck Norris’ ataca roteadores e modems DSL

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Se você não mudou a senha padrão do roteador da sua casa, pode estar prestes a receber a visita indesejada do Chuck Norris – um botnet descoberto por pesquisadores tchecos, que se espalhou graças ao grande número de roteadores e modens DSL com configurações precárias, de acordo com o chefe do departamento de segurança de rede da Universidade Masaryk, Jan Vykopal.

O malware recebeu a alcunha de Chuck Norris devido a um comentário em italiano no código fonte: “in nome di Chuck Norris” (em nome de Chuck Norris).

Especialistas dizem que vários tipos de botnets infectaram milhões de computadores ao redor do mundo, mas o Chuck Norris é incomum porque afeta os modens DSL e os roteadores, em vez dos PCs, usando a senha padrão de administrador dos equipamentos.

Para infectarem os aparelhos, basta que eles usem a senha padrão e estejam configurados para permitir acesso remoto. O botnet explora sobretudo uma vulnerabilidade dos dispositivos da fabricante D-Link, segundo Vykopal. Um representante da D-Link negou ter conhecimento do botnet, e a empresa ainda não comentou a questão.

Segundo Vykopal, assim como outro botnet de roteador, chamado Psyb0t, o Chuck Norris pode infectar dispositivos baseados em MIPS que rodem sistema operacional Linux, disse Vykopal. A combinação Linux/MIPS é amplamente usada em roteadores e modens DSL, mas o botnet também ataca receptores de TV por satélite.

Vykopal não sabe o alcance do botnet, mas disse que há evidências de que máquinas infectadas “estão se espalhando pelo mundo, da América do Sul à Ásia. O botnet atingiu diversas redes de servidores de provedores de internet e operadoras de Telecom”, afirmou.

No momento, máquinas infectadas com o Chuck Norris podem ser usadas pra atacar outros sistemas na internet,através dos famosos DDoS, ataques distribuídos de negação de serviço. O botnet pode fazer uso também de um “descobridor” de senhas, em outro computador, para mudar o sistema de nome de domínio (DNS) do roteador. Com esse ataque, vítimas pensam que se conectarão ao Facebook ou Google, mas acabam em páginas maliciosas que tentam instalar vírus nas máquinas.

Malware infecta equipamentos que possuem senha padrão de administrador e podem direcionar usuários de PCs para sites maliciosos.

Uma vez instalado na memória do roteador, o malware bloqueia a comunicação remota e começa a analisar a rede em busca de outras máquinas vulneráveis. Por estar presente na RAM do roteador, o Chuck Norris pode ser apagado com uma reinicialização do dispositivo.

Usuários que não querem ser infectados podem minimizar os riscos através de ações simples. Entre elas, o uso de senhas fortes no roteador e no modem. Também é possível acabar com o problema atualizando o firmware do dispositivo e desativando a possibilidade de acesso remoto.

Nos últimos anos, hackers começaram a olhar para dispositivos como roteadores, que não são propriamente seguros, disse Vykopal. “Eles não são regularmente atualizados, mesmo com pacotes disponíveis”. E estão continuadamente conectados à internet, durante dias e meses”, disse.

No futuro, ele espera que mais malwares ataquem os aparelhos.

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Além dos celulares, Intel quer levar o chip Atom aos tablets

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Projeto de tablet divulgado pela OpenPeak revela uso do chip de codinome Moorestown; em evento, outra empresa mostrou celular com Atom.

A Intel está de olho no mercado de tablets para oferecer seus processadores de menor desempenho, incluindo um Atom projetado especialmente para celulares, afirmou a companhia.


No começo desta semana, a empresa de projetos de hardware OpenPeak liberou um design de referência para um tablet que usava um desses futuros chips, de codenome Moorestown. O tablet terá uma CPU Atom.

openpeak-opentablet7.300

O OpenTablet 7 virá com uma tela touch e foi projetado para multimídia e comunicação por vídeo, segundo a empresa. Ele será fino como um porta-retratos, e pesará 520 gramas.

Smartphones com o chip Moorestown já foram mostrados. Em janeiro, durante a Consumer Electronics Show, o CEO da Intel, Paul Ottelini, mostrou o smartphone GW990 da LG, que usa esse chip.

A empresa finlandesa Aava Mobile também mostrou um protótipo de smartphone com o chio Moorestown durante o Mobile World Congress, em Barcelona (Espanha).

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Lâmpadas de nanofibras já são o futuro da iluminação nas casas

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Cientistas já trabalham em tipo de lâmpada que deve substituir incandescentes e fluorescentes dentro de pouco tempo. Saiba mais sobre essa tecnologia que vai estar sobre nossas cabeças em breve!
Todos sabem que, até agora, as lâmpadas fluorescentes são mais econômicas e até mais ecológicas do que as anteriores incandescentes. Entretanto, até esse tipo de tecnologia já está sendo passado para trás. Ao contrário das tecnologias existentes hoje, essas lâmpadas de nanofibras têm algo de diferente: não usam mercúrio na sua composição – o que a torna muito mais “verde” do que qualquer outra comercializada.

A nova tecnologia em desenvolvimento pelos cientistas dos Laboratórios RTI já tem avanços muito significativos no que se refere ao uso de nanofibras para emitir luz. Essas fibras são tão pequenas que se quebrarmos a palavra para descobrir seu significado, ficaremos avisados de que estes cientistas estão trabalhando com fibras que têm um bilhonésimo de um metro. São partes muito pequenas que podem ser manipuladas no momento da fabricação.



Dessa maneira, as fábricas podem trabalhar para produzir lâmpadas que consigam conciliar a difícil tarefa de coordenar a intensidade de luz e o consumo de energia. Portanto, o consumidor terá mais opções nas prateleiras. Isso porque além de trabalhar nessa tecnologia, os pesquisadores descobriram duas vertentes. Os refletores de nanofibras e as nanofibras fotoluminescentes são desdobramentos dessa novidade.

Como se trata de um tipo de luz que é emitida a partir das nanofibras, ou seja, elementos sólidos apesar de minúsculos, essas lâmpadas foram inseridas na categoria “lâmpadas de estado sólido” assim como os LEDs e OLEDs. Dessa maneira é possível criar misturas de materiais que permitem um bom aproveitamento de cada watt consumido. A média da lâmpada de nanofibras fica em torno dos 55 lumens por watt de energia.

Isso já faz com que essa tecnologia seja cinco vezes mais eficiente que as atuais lâmpadas incandescentes que já conhecemos há algum tempo. Portanto, não é difícil ver que as próximas lâmpadas serão muito mais eficientes e ecológicas, de maneira a tornar suas antepassadas completamente obsoletas. Além disso, o tipo de luz emitida a partir das nanofibras é bastante agradável.

Boas mudanças

Até agora você nunca viu uma pessoa testando renderizações de luzes quando vai ao supermercado comprar novos focos. Esse cenário está prestes a mudar. O prazo para a chegada dessa nova tecnologia às prateleiras fica em torno dos três aos cinco anos. Então, não será complicado imaginar alguém procurando luzes “branco quente”, “branco neutro” ou “branco suave”.

Já se sabe que as lâmpadas que estão por vir terão um impacto muito significativo no consumo de energia no mundo inteiro. Isso é bastante sensível justamente porque cerca de um quarto de todo o consumo mundial de energia elétrica é dedicado apenas às lâmpadas acesas. Então não é difícil imaginar a redução que essas nanofibras vão causar no cenário atual de consumo de eletricidade.

Explorando as faces da luz

Além de diminuir o consumo e contribuir para a preservação da natureza, as nanofibras permitirão algo que até hoje é um pouco complicado e demanda muito empenho de designers dos mais variados mercados. Imagine um designer de interiores que pode modelar a luz na intensidade certa para um determinado ambiente, ou então um designer de produtos que precise direcionar seu mais novo projeto com uma quantidade X de luz. É uma novidade que permite muitas nuances e usos.

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Windows 7 RC emitirá mensagens de desligamento a partir de hoje (15/2)

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A partir de 1º de março, computador será desligado automaticamente a cada duas horas, sem aviso. Dados não serão salvos.

windows_7_checklist_150.jpgQuem tem instalado o Windows 7 RC (Release Candidate), vai começar a receber mensagens do sistema operacional a partir do dia 15 de fevereiro.

Quando a versão RC foi liberada para download gratuito, em maio de 2009, a Microsoft infomou que ela teria 'data de validade'.

Para o usuário, não há muito o que se possa fazer: ou volta-se para o sistema operacional anterior ou deve-se comprar uma licença do novo sistema operacional e, assim, instalar a versão final do Windows 7.

Felizmente, o Windows 7 RC não vai travar o sistema imediatamente. Em vez disso, ele foi programado para emitir avisos em datas específicas, até o momento em que não seja possível fazer mais nada. Por isso, é melhor se programar.

Conheça o cronograma definido pela Microsoft para a versão RC do Windows 7 e o que fazer para resolver definitivamente o problemas, seja qual for a decisão que tormar.

Datas em que a versão RC do Windows 7 expira
O Windows 7 RC vai emitir mensagens na tela em três etapas:

1.15 de fevereiro de 2010 - início do processo de notificação: O usuário receberá uma notificação de expiração na extremidade direita da barra de tarefas, diariamente, a cada quatro horas. Mais tarde (a Microsoft não informa quando) a mensagem começa a ser exibida de hora em hora.

2. 1º de março de 2010 - fase de expiração: O computador começará a reiniciar automaticamente a cada duas horas. Atenção: o Windows não irá salvar qualquer trabalho que esteja aberto quando a inicialização ocorrer.

3. 1º de junho de 2010 - expiração definitiva: O Windows é iniciado com a área de trabalho na cor preta. Uma caixa de diálogo abre exibindo a mensagem de que o Windows instalado não é genuíno.

Como descobrir qual a versão do Windows 7 que está instalada
Se você estiver executando a versão RC do Windows 7, você verá escrito Windows 7 RC e número de compilação 7100 no canto inferior direito da sua área de trabalho do Windows. Caso não veja nada no canto inferior direito, provavelmente já está rodando a versão final do Windows 7.

Mesmo assim, se quiser verificar, basta clicar no menu Iniciar e, na caixa de pesquisas, digite o comando winver. Surgirá uma janela exibindo a versão do Windows, como exemplificado abaixo. A versão final do Windows 7 é a versão 6.1 (Build 7600).

win7ver.jpg

Como instalar a versão final do Windows 7
É possível instalar a versão final sem formatar o HD, afinal, muitos dados devem ter sido armazenados desde maio de 2009, data em que a versão RC do Windows 7 foi liberada para download.

Siga as dicas abaixo para instalar o Windows 7 sem formatar e, também dicas de como fazer o backup de seus dados caso queira realmente formatar o HD (e começar a usar a versão definitiva do sistema operacional em um ambiente limpo).

Caso o Windows 7 RC esteja dividindo espaço no HD com outra versão do Windows ou mesmo outro sistema operacional, veja também como remover a partição do Windows 7 e liberar o espaço em disco.

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Treze formas de driblar coisas chatas que existem na internet

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Não deixe que pequenos incômodos tirem você do sério. Veja como se livrar deles ou ao menos minimizar seu impacto.

web_incomodos_150A internet é um ótimo meio para se comunicar e obter informações. Mas existem nela algumas coisas capazes de tirar até o mais tranquilo dos internautas do sério. Afinal, este é um mundo livre e que está longe de ser perfeito.

Temos que tomar cuidado com sites ou e-mails de phishing, que almejam roubar dados de nossa conta bancária ou cartão de crédito, e driblar a enxurrada de spams do Farmville do Facebook, diariamente.

Listamos aqui as 15 coisas mais irritantes da internet e damos sugestões de como contornar, corrigir, melhorar ou mesmo ignorar esses incômodos que nos aborrecem na grande rede.

Por que se registrar?
É impressionante o número de sites que podem rastrear as visitas e, mesmo que o usuário não faça qualquer tipo de assinatura, sempre emitem uma mensagem perguntando se não desejamos assinar a publicação para obter acesso ilimitado ao conteúdo publicado. Se você não é um visitante/leitor assíduo do site em questão, saiba que não vale a pena se registrar.

Que fazer: A maioria dos sites de notícias, como jornais diários, utiliza agregadores para ajudar a divulgar seus conteúdos e torná-los acháveis por meio dos motores de busca. Um exemplo disso é o Google Notícias (http://news.google.com.br/). Caso algum site esteja bloqueando a notícia que você quer ler, tente localizá-la no Google Notícias. Outro caminho possível é colocar uma frase do texto desejado entre aspas em seu buscador preferido (sugerimos, nesse caso, usar mais de um) para tentar encontrar o assunto em outro site.

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Excesso de redes sociais
Além de Twitter, Facebook e Orkut - além do novíssimo Google Buzz, há muitas outras redes sociais para acompanhar. Claro que é possível escolher usar uma preferida, mas isso faz com que você deixe de acompanhar amigos ou colegas de trabalho que usam outras redes.

Que fazer: Utilize um programa para agregar várias redes sociais em uma só interface, como o Meebo ou Digsby. Você não terá todas as funcionalidades de sua rede favorita, mas ao menos será possível ficar de olho nas atualizações de status com o mínimo de esforço.

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Anúncios em vídeo
É possível notar como os sites utilizam cada vez vídeos como forma de vender espaço para propagandas. A parte irritante é que os vídeos são executados de modo automático, antes de lermos o que nos interessa.

Que fazer: Atualmente, a quase totalidade dos sites utiliza vídeos em formato Flash. Para lidar com tal situação, há um software chamado FlashMute, compatível com os browsers mais populares, que pode resolver essa situação. Ele é instalado na bandeja do sistema e pode negar o acesso do Flash ao recurso de áudio do seu hardware. Basta clicar no ícone para ativar e desativar sua execução. Uma ressalva: programas de antivírus podem emitir mensagem ao acessar a página de download do FlashMute. Mas o desenvolvedor explica o motivo: o FlashMute utiliza o mesmo método que alguns AdWares usam para se integrarem ao site; por isso o antivírus alerta o usuário. Mas fique tranquilo que ele não é um vírus.

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Como se livrar do Farmville
Convites para usar o Farmville, convites para ler artigos que não nos interessa e outros anúncios se reproduzem como coelhos em nossa caixa de e-mail, tomando nosso tempo, nem que seja apenas para ficar apagando tais avisos.

Que fazer: Usuários do Firefox podem optar pelo Facebook Purity, um script que faz parte do add-on para navegadores chamado GreaseMonkey. Ele automatiza modos de questionário e outras aplicações que enviam avisos e convites da página do Facebook.

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É imensa a quantidade de Phishing
Phishing é uma técnica usada por sites falsos ou por meio de links para eles que chegam por e-mails para capturar dados pessoais do usuário, como informações bancárias, CPF e senhas. E os ataques ao Twitter, Facebook, Hotmail, Gmail Talk e arquivos PDF da Adobe, estão dentro desses ataques.

Que fazer: Procure atentar para os endereços que você visita, assegurando-se de que eles representam exatamente aquilo que você deseja e não saia clicando em qualquer link que vir pela frente. E, também é possível manter sua privacidade, digamos, privada, mesmo fazendo uso de redes como Twitter, Orkut e Facebook.

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Não abrir aquela janela
Alguns sites abrem novas janelas ou guias assim que se clica em um link. Isso pode bagunçar um pouco as coisas principalmente se você clicar em vários links seguidamente ou se você tiver janelas abertas com conteúdos de interesse, como resultados de buscas.

Que fazer: Se o Firefox é o seu navegador, na linha da URL (endereço da página) digite o comando about:config. Em seguida, na linha de pesquisa, digite browser.link. Agora, dê um clique duplo no item browser.link.open_newwindow e altere o valor para 1.

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Frames que bloqueiam ou confundem a visualização
É fato que os navegadores estão sofrendo uma invasão de inserção de serviços em suas respectivas barra de ferramentas. É certo também que alguns desses serviços ajudam, como acessar o gmail rapidamente ou permitindo salvar nossos sites favoritos em um servidor web. Mas outros tantos, que apenas remetem ao site que pouco acessamos, apenas poluem nosso campo de visão. Um exemplo disso é o DiggBar.

Que fazer: Mais uma vez, um add-on salva o dia, ao menos para usuários do Firefox. O script DiggBar Killer faz parte do add-on GreaseMonkey, que garante que o DiggBar não apareça mais em sua barra de ferramentas do Firefox.

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Este link é um anúncio
Não existe site comercial que produza conteúdo editorial e que seja livre de anúncios ou banners - PC World inclusive. Mas será que alguém presta a atenção neles? Ou, como muitos internautas que conheço, simplesmente clicam no “X” para fechar a janela que abriu e voltam sua atenção para o conteúdo que desejam?

Que fazer: Quem usa o Internet Explorer se livra disso facilmente. Vá até a lista de sites restritos (Ferramentas, Opções de Internet, Segurança, Sites restritos - isso para quem está usando o Internet Explorer 8, e esperamos que este seja o seu caso!) e colocar lá os sites que deseja bloquear (um exemplo disso é “*vibrantmedia.com”, ou “*.kontera.com”). Que navega usando o Firefox, pode alcançar resultados semelhantes com o addon BlockSite.

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Elimine sites lixo das buscas
Quantas vezes na vida você foi além das segunda ou terceira página nos resultados de pesquisa que seu navegador trouxe? Na maior parte das vezes, o que está lá é apenas lixou ou informação ruim. Se o Google, Bing e Yahoo, em vez disso exibisse uma mensagem do tipo “Desculpe, mas não existe o conteúdo solicitado. Tente outra vez”, achamos que seria mais justo com os usuários desses serviços.

Que fazer: Infelizmente, as empresas que vivem de fornecer resultados de buscas também vivem de mostrar links patrocinados nesses resultados e quanto mais páginas mostrarem, mas anúncios serão exibidos. Mas é possível estreitar o universo do que se procura. O Google, por exemplo, oferece alguns subsets interessantes. E você sempre pode usar outros filtros que os próprios sites de buscas criam, como buscas específicas por imagens, notícias e compras.

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Barra de buscas inútil
Isso é quase uma regra: os motores de busca existentes nos sites que costumamos ver por aí são tão ruins que quase ninguém confia neles. Eles são incapazes, por exemplo, de localizar um artigo que você tenha lido há mais dois ou três meses, ou até encontram o que você procura, mas você terá de garimpar o conteúdo desejado em meio a um monte de coisas irrelevantes.

Que fazer: Confie em seu motor de buscas predileto e preceda o conteúdo buscado por algo como site:nomedosite.com. No Google, é possível inclusive ver os resultados listados por data - basta clicar em Mostrar opções.

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Este site não funciona com o seu browser
Não é porque o Internet Explorer ainda é usado por mais de 60% dos internautas que algunas sites devem simplesmente ignorar quem deseja utilizar outro software para navegar na internet - como é o caso da página da HP. Quem navega com outro browser tem a sensação de estar dormindo na cama de um estranho.

Que fazer: Utilize o add-on Corel IE Tab caso seu navegador seja o Firefox, ou o IE Tabs caso navegue com o Chrome.

Este site é uma farsa
Algumas vezes você confunde uma ou outra letra ao digitar uma URL ou tenta visitar um site que foi abandonado e tudo o que encontra é uma página web cheia de links inúteis, uma barra de buscas que encontra sabe-se lá o que e que normalmente mostra algo como “O que você quer, quando você precisa”. Isto é resultado da ação de cybersquatters, que ocupam tais endereços na esperança que que alguém vá parar lá e, quem sabe, gere alguns trocados para eles com esse erro.

Que fazer: Usuários do Firefox podem usar o mesmo add-on BlockSite e fazer com que sites mantidos por cybersquatter se tornem em páginas em branco. Basta acrescentar “*.information.com” à lista de sites restritos. Isso não irá funcionar para o IE. De qualquer forma, independentemente do navegador que use, jamais dê aos cybersquatter o prazer de clicar em qualquer link que haja nessas páginas.

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Cuidados com análises 5 estrelas
O problema com reviews de usuários é que não se pode confiar em tudo que vemos na web. Ninguém vai admitir que aquela HDTV que custou os olhos da cara oferece um péssimo ângulo de visão, ou então que o teclado daquele notebook bonitinho é, na realidade, uma droga. É mais fácil confiar naquele consumidor que foi mal atendido pelo SAC do fabricante e deu a ele apenas uma mísera estrela na avaliação e escreveu um curto comentário, mas todo em letras maiúsculas. No geral, a avaliação fica em quatro (para um ranking de 5 estrelas). A única exceção é para reviews de músicas, filmes, jogos e livros - nesses casos, todo mundo gosta de figurar como crítico de arte.

Que fazer: Há muita informação importante que se pode obter com a multidão. Apenas busque por informações consistentes. É mais fácil acreditar um notebooks 5 estrelas quando alguns dizem que ele, apesar disso, possui um alto-falante pequenino, ou em um refrigerador que, para alguns, é um pouco barulhento.

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Saiba como acessar o Buzz sem receber a autorização do Google

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Dá para contornar a falta de convite e experimentar o novo serviço do buscador em um smartphone ou a partir do browser no PC.

gmail_buzz_150.jpgSe você está cansado de bater

na tecla F5 dentro do Gmail para verificar se o Buzz já está disponível em sua conta, saiba que é possível contornar esta dificuldade e desfrutar de mais este componente criado pelo Google para integrar seus próprios serviços e outras redes sociais.

Use seu smartphone

Se você tem um celular ou smartphone com acesso à internet pode começar a passear pelo Buzz. Na maioria dos casos, é possível abrir o Buzz na página inicial do Google no seu navegador móvel e, simplesmente, começar a enviar spams para seus felizardos amigos que tenham recebido o convite para usar o serviço.

Alguns usuários relataram que tiveram problemas com o Web Buzz, mas não encontramos nenhum, utilizando a aplicação Google Maps Mobile.

No iPod Touch também não houve qualquer dificuldade ao acessar o serviço dentro do Safari, mas - incrivelmente - para algumas pessoas que usaram celulares com Android (o sistema operacional móvel do Google) não funcionou tão bem.

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Desde que a maioria das pessoas não tem acesso a todas as funções do Google Buzz, o seu fluxo será limitado na maioria das vezes, à observação do fluxo de "buzzinadas". O aplicativo da web não parece incluir suporte para anexar fotos feitas pela câmera do celular, apesar dos links do Youtube funcionarem bem.

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As funcionalidades de geolocalização e o Google Maps são ferramentas que possibilitam enxergar quem está ao seu redor. É possível também construir a lista de seguidores, buscando seus contatos no Gmail.

Mascare seu smartphone
Se o seu celular não for tão prático para habilitar o Buzz no navegador, ainda é possível fazê-lo. Basta informar ao servidor do Google que seu aparelho é um iPod Touch ou iPhone. Assim ele irá abrir o aplicativo da web em vez da página inicial do Google Buzz carregada nos navegadores em PCs.

Em primeiro lugar, faça o download do Safari. Então clique no ícone com desenho de uma engrenagem, no canto superior direito. Clique na guia Avançado e marque a caixa que está escrito Show Develop Menu.

safarisetup.jpg


Feche a caixa de diálogo, clique no ícone da engrenagem novamente e escolha a opção Show Menu Bar. Em seguida, escolha Develop Menu, User Agent e, por fim, escolha Mobile Safari 3.1.2 iPod Touch (ou iPhone).

Agora, todos os sites irão reconhecer seu aparelho como se fosse um iPhone – que incluirá o menu do Google Buzz.

Acessando o Buzz por meio de seu perfil do Google
Há outra maneira de começar a usar o navegador do Google Buzz no PC sem o uso de aplicativos, mas note que isso significa que somente poderá editar a sua lista, ver posts de Buzz de seus amigos e comentá-los.

Desde que o Buzz é amarrado em aplicações do Google (Picasa, Google Reader e toda série de serviços do Google), é muito provável que o acesso fique limitado se usar apenas o navegador.

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Para acessar o Buzz completamente, é necessário ter um profile público. Se você já estiver conectado a sua conta no Google, verifique no menu de opções se o seu perfil é público. Para acessar todas as funcionalidades, é necessário preencher os campos de nome, sobrenome e ter uma imagem (no campo foto).

Uma vez adicionado o seu perfil com sucesso para o Google Buzz, será possível ver e editar a lista de pessoas que você segue e ver a lista de quem está o seguindo. O Google Buzz aderiu ao formato do Twitter, onde as pessoas podem segui-lo sem sua aprovação.

Para bloquear usuários você terá que fazê-lo em sua página de perfil do Google e não a partir da lista de seguidores que aparece nas aplicações (Google Maps, Gmail etc.).

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Prepare-se: a revolução 3D está chegando

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fullhd3d_150.jpgO conceito de três dimensões (altura, largura e profundidade) não é novo, mas aguçou nossos sentidos por meio dos filmes recentes, principalmente pelo sucesso de Avatar.

E, pela primeira vez, a tecnologia 3D não está se restringindo apenas aos cinemas e uso profissional, mas começa a ficar disponível às casas. Ninguém espera que isso acontece da noite para o dia, mas fato é que a tecnologia estará em breve disponível a quem puder pagar por ela.

A indústria de eletrônicos de consumo está investindo em pesquisas para promover a revolução 3D. Todo grande fabricante já apresentou pelo menos planos nessa área para 2010, como televisores habilitados para visualizar imagens em 3D ou aparelhos de Blu-ray.

Para cineastas, uma filmadora da Panasonic vai filmar diretamente em 3D através de suas lentes gêmeas. O canal ESPN exibirá, a partir de junho, 85 eventos esportivos em 3D. E a Sony, parceria com a Discovery e Imax, planeja um canal em 3D em 2011.

Em 2009 foram lançados 17 filmes em 3D e mais uma dúzia de títulos está programada para este ano.

O recurso 3D em outras áreas
Desde que Hollywood começou a aumentar sua receita com os filmes 3D, a indústria de eletrônicos de consumo está ansiosa para levar essa tecnologia para dentro das casas. E o foco não fica apenas nos filmes: 80% dos jogos para PC estão atualmente disponíveis em 3D.

“Os consumidores estão dispostos a pagar mais para assistir um filme 3D do que vê-lo em 2D”, observa a diretora de tecnologias de visualização da DisplaySearch, Jennifer Colegrove. Segundo ela, é natural que os fabricantes pensem em produtos com tecnologia 3D para serem usados nas casas – em um desktop, notebook, uma TV, telefone celular e outros dispositivos que podem aproveitá-la.

Não sabemos o quanto as empresas vão cobrar por TVs 3D (ou conteúdo). Claramente, esse mercado apresenta uma nova fonte de receita e os fabricantes vão justificar um preço maior (simplesmente porque eles possuem 3D em seus produtos high-end).

Mas os executivos do setor já informaram que estão cientes do risco de sufocar as expectativas em cima da tecnologia 3D se o preço dos produtos for muito alto.

Outro fator que pode atrasar o potencial do 3D é a imagem que os óculos 3D geram. Vidros especiais são requisito básico para todas as variações de óculos com tecnologia ativa.

Por enquanto, não há garantia de que os óculos serão compatíveis entre fabricantes (embora a Consumer Electronics Association esteja conversando com as empresas para que elas entrem em um acordo). Esses óculos são caros e as TVs que virão com tecnologia 3D não terão o produto como item de fábrica.

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Poucos especialistas falam do 3D como algo que chegará ao mercado de massa. Segundo a DisplaySearch, apenas um milhão de TVs 3D estarão prontas em 2010 (representando 0,1% de todos os modelos de televisor que forem fabricados), bem menos do as 4,3 milhões de unidades estimadas para pela CEA para este ano. Em 2018, prevê-se que este número salte para 64 milhões de unidades, cerca de 20% do mercado.

Até 2018, a DisplaySearch espera que sejam vendidos 10 milhões de unidades de monitores 3D (3,6% de penetração) e prevê uma trajetória semelhante para sistemas 3D em notebooks. Dentre todos os tipos de mídia, os celulares serão os dispositivos com maior número de unidades 3D em uso, com expectativa de chegar a 71 milhões de unidades em operação nos próximos oito anos.

O desafio será vender produtos 3D para serem usados em casa. “Precisamos de material suficiente para que o consumidor se anime a comprar tais equipamentos”, diz Rick Dean, presidente da 3D@Home Consortium e vice-presidente de desenvolvimento estratégico para a tecnologia de som THX Segundo ele, novos players de Blu-ray são obrigatórios, pois conteúdo 3D não basta, sendo necessário fazer com que o usuário tenha uma boa experiência com a tecnologia.

Mais do que novos filmes
Em dezembro, a Blu-ray Disc Association, finalizou sua especificação para o Blu-ray MVC, que é uma extensão 3D para o codec H.264 para os filmes em Blu-ray existentes.

Apesar do preço do player de Blu-ray estar em queda, esse novo padrão, que vai possibilitar a chegada de modelos 3D, poderá elevar novamente os preços. Os estúdios de Hollywood não têm feito muito barulho sobre planos de seus produtos no formato Blu-ray.

A Disney informou que terá uma versão 3D de A Christmas Carol no quarto trimestre de 2010. A Dreamworks, em parceria com a Samsung, anunciou um acordo com a Technicolor para reproduzir conteúdo em 3D.

O presidente da Blu-ray Disc Association, Andy Parsons, observa que nem todos os produtos terão o tratamento em 3D. “Não estamos posicionando os filmes 3D como subsitutos, mas como um complemento ao 2D”, informou Parsons.

HDTVs com 3D e leitores de disco 3D estão chegando
Os produtos abaixo estão chegando às lojas brevemente. As empresas ainda não possuem preços definidos e alguns ainda precisam definir os planos se vão incluir óculos 3D.

Panasonic (junho de 2010)

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Panasonic Viera TC-P50VT25

• Viera TC-P50VT20 e Viera TC-P50VT25 (50 polegadas)
• Viera TC-P54VT25 (54 polegadas)
• Viera TC-P58VT25 (58 polegadas)
• Viera TC-P65VT25 (65 polegadas)
• DMP-BDT350 Blu-ray


Sony

sonybraviahx900x.jpg
Bravia XBR-HX900

• Bravia XBR-LX900 série (40, 46, 52 e 60 polegadas)
• Bravia XBR-HX900 série (46 e 52 polegadas)
• Bravia série HX800 (40, 46 e 55 polegadas)
• BDP-S770 Blu-ray player
• BDV-HZ970W home theater
• PlayStation 3 (atualização de firmware)

Sem data de lançamento

LG
• Infinia LE9500 (47 e 55 polegadas)

Samsung Samsung
• UN xx C9000, UN xx C800, UN xx C700, e PN xx C7000 (Tamanhos das telas não foram anunciados)
• BD-C6900 Blu-ray player BD-C6900 Blu-ray

Toshiba
• ZX900 "Cell TV"
• BDX3000 Blu-ray player

Vizio
• XVT Pro Series (47, 55, and 72 polegadas)

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Atualização de firmware para PS3 vai permitir jogos 3D

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A nova atualização para o firmware do Playstation 3 que permite ao console da Sony rodar discos Blu-ray também inclui suporte para o sistema 3D.

A empresa informou durante o CES 2010 que está integrando a tecnologia em todos os seus produtos. Para o Playstation 3, tal integração vem na forma de uma atualização que permitirá ao console executar jogos em 3D.

O chefe executivo da companhia, Howard Stringer, afirmou que a Sony é a única empresa investindo na tecnologia 3D em todos os níveis.



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A tecnologia por trás da HDTV 3D

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fullhd3d_150.jpgOs televisores com tecnologia 3D já são uma realidade. E parece que foi ontem que os televisores de alta definição (com 1080p e 120Hz) estavam no topo da lista de desejos em eletrônicos.

Mas há, sim, uma diferença: a tecnologia 3D não é nova, embora somente agora esteja sendo usada para equipar modelos topo de linha de HDTVs, e embora empresas como Sony e LG estejam preparando grandes campanhas para disseminar os televisores com 3D, ainda existem dúvidas que precisam ser resolvidas.

Os óculos convencionais (com lentes vermelhas e azuis) são um ícone da tecnologia 3D, chamada de Anaglyphs. Cada lente leva o olho a receber imagens separadas, baseando-se na cor filtrada pela lente. E quando o cérebro coloca essas duas imagens juntas é possível perceber a profundidade do campo. Este é o princípio básico da tecnologia 3D.

Óculos 3D
Um resultado melhor que o oferecido pela tecnologia Anaglyphs pode ser obtido usando imagens polarizadas, com óculos que simulam uma profundidade de campo.

O 3D Polarizado utiliza a mesma ideia da sobreposição de duas imagens na tela que são filtradas pela lente do óculos. Mas em vez de fazer a filtragem baseando-se nas cores, esses óculos 3D limitam as luzes polarizadas. A integridade das cores é mais ou menos mantida usando este método, e o 3D polarizado é o padrão atualmente usado em filmes IMAX 3D.

Outra técnica 3D que utiliza óculos é a Shutter. Enquanto as tecnologias Anaglyphs e Polarizado filtram imagens não desejadas, os óculos Shutter impedem que a imagem chegue até seus olhos. Cada lente faz um movimento de abre e fecha alternado, bloqueando um olho de cada vez.

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As lentes estão em sincronia com um transmissor que diz qual olho deve ser bloqueado de acordo com a imagem 3D sendo exibida. O problema é que esta não é uma tecnologia passiva.

Os óculos Shutter necessitam de fonte de energia que acionam os componentes mecânicos e também para receber os sinais. Por enquanto, sem muita popularidade, estes óculos têm preço de venda a partir de 70 dólares. Ah! Os óculos Shutter também necessitam de um monitor com alta taxa de frequência.

Ainda não é certo de que as HDTVs de 240Hz terão uma melhora de imagem sobre os televisores com 120Hz, mas não há dúvidas de que esta tecnologia será necessária para um bom aproveitamento da tecnologia Shutter 3D. Taxas menores poderão tornar perceptíveis as transições de quadros na tela e nos óculos.

A seguir: 3D sem óculos
Para quem não gosta de usar esses óculos para assistir aos filmes, saiba que já existem opções disponíveis, mas não espere vê-las tão breve no mercado. Um dos destaques é a tecnologia com lentes Lenticular.

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A técnica usa da magnificência para melhorar uma imagem a partir de um determinado ângulo. Se você combina duas imagens separadas com duas lentes Leticular diferentes, você consegue produzir o efeito 3D necessário.

Novos dispositivos
Não se surpreenda se, ao adquirir um televisor desses a partir do final deste ano, e quando for usá-lo perceber que não tem efeito 3D algum. Além dos óculos e da nova TV, ainda há alguns pormenores que farão da transmissão 3D o mesmo drama sofrido durante a migração para a HDTV.

Você precisará de novos cabos HDMI spec 1.4. Além do 3D, a nova interação com o HDMI irá suportar espaços de cores mais expandidos, resolução 4K (4 vezes mais que a resolução padrão 1080p) e Ethernet sobre HDMI (compartilhar conexão internet pelo cabo HDMI).

Com relação aos conteúdos em 3D, muitos desenvolvedores estão criando suporte para a tecnologia, mas provavelmente você terá de comprar um Box com suporte ao 3D.

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Para quem tem o PlayStation 3, saiba que a Sony irá oferecer suporte a filmes em 3D. No entanto, outros tocadores de Blu-ray aindam precisam verificar seu suporte e talvez seja necessário comprar um novo hardware.

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Beta do Opera 10.5 traz visual 'clean' e navegação rápida

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A Opera liberou nesta quarta-feira (11/2) para os usuários do seu navegador a versão de testes do Opera 10.50, disponível inicialmente apenas para usuários do sistema operacional Windows.

Entre as novidades da nova versão do navegador estão um visual mais limpo com um espaço maior para a visualização do conteúdo. Além disso, a empresa promete uma navegação mais rápida com o mecanismo Carakan, que roda aplicativos da web com mais velocidade e acelera sites mais exigentes.

O Opera 10.50 também inclui uma versão atualizada do Opera Turbo, tecnologia introduzida no Opera 10 que aumenta a velocidade de navegação para conexões lentas.

Recentemente, a empresa anunciou uma versão do Opera Mini para iPhone, prometendo as mesmas funcionalidades da versão de desktops do navegador, incluindo uma tecnologia de compressão que permite que as páginas carreguem com mais velocidade.

Usuários do Windows podem baixar o novo navegador pelo site oficial do Opera. A versão para Linux e Mac OS X deve ser lançada em breve, de acordo com a empresa.

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Explosões de baterias em aviões são casos raros e os danos, menores

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Os EUA querem limitar o transporte desses componentes em voos, por questões de segurança. Mas qual é o tamanho real do perigo?

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O Departamento de Transporte do governo dos Estados Unidos está propondo novas regras para limitar o embarque de baterias de lítio em aviões. Entretanto, uma análise nos dados da agência de controle área daquele país, (FAA, pela sigla em inglês) mostra que acidentes aéreos envolvendo baterias são raros e bem longe de serem catastróficos.

Entre março de 1991 e setembro de 2009, foram registrados 109 acidentes em todo o mundo envolvendo baterias que explodiram, pegaram fogo ou emitiram fumaça, segundo informações da FAA coletadas em quase duas décadas.

Os incidentes resultaram em 51 feridos e um morto. Muitos vieram de um único desastre, em agosto de 1999, quando um passageiro morreu, 13 sofreram ferimentos graves e 14 outros foram feridos levemente depois da explosão de um jatinho taiwanês durante o pouso. Uma investigação determinou que um vazamento de gasolina próximo ao banco de um usuário entrou em combustão por faíscas emitidas de uma bateria de 12 volts para motocicleta.

Fora esse desastre horrível, menos de dois ferimentos por ano foi registrado, e a maioria deles envolveu trabalhadores de carregamentos, e não passageiros ou equipes de voo. Nas últimas duas décadas, quinze acidentes forçaram mudanças de rota ou pousos de emergência.

Em 2008, foram registrados nove acidentes com baterias, resultando em dois ferimentos leves. Para se ter uma ideia, neste ano, 3,3 bilhões de baterias de lítio foram transportadas em 77 milhões de vôos que levaram 45 milhões de passageiros.

Com base nesses dados, as chances de uma pessoa estar em um avião com alguém que sofre um ferimento leve por causa de um mau funcionamento em uma bateria foram de 1 em 28 milhões em 2008. Em comparação, as chances de uma pessoa morrer em um acidente de carro nos Estados Unidos é de 1 em 6.584, segundo o Conselho Nacional de Segurança norte-americano.

A Associação de Baterias Portáteis Recarregáveis defende o reforço das regras atuais em vez da criação de novas medidas porque a entidade entende que mudar as regras irá atrapalhar todo o transporte global de suprimentos ao tornar as regulamentações dos EUA mais rígidas do que a de outros países.

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Adobe corrige falha no Flash que também atinge Acrobat e Reader

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Erro, que é considerado crítico e já foi corrigido no Flash Player, pode permitir execução de códigos remotos nos softwares.

Poucas semanas após corrigir uma falha crítica, a Adobe divulgou mais uma correção para o Reader e o Acrobat na quinta-feira (11/2). A empresa também soltou um patch para uma vulnerabilidade crítica no Flash Player.

O erro no Flash Player pode ser usado para enganar um navegador fazendo coisas que não deveriam ser feitas, como execução de códigos remotos, o que significa que não pode instalar diretamente softwares não-autorizados no computador da vítima, disse o diretor de segurança da Adobe, Brad Arkin. A Adobe classificou a falha como “grave”.

Normalmente, a Adobe corrige o Reader e o Acrobat em atualizações de segurança trimestrais, mas a empresa foi forçada a soltar uma correção porque os produtos também são suscetíveis à falha no Flash Player, segundo Arkin. “Nós decidimos que queremos que a atualização chegue aos usuários logo”, ele disse. “Não queremos esperar tempo extra para um lançamento coordenado.”

Na teoria, hackers podem aprender sobre o erro olhando no patch do Flash Player e usando as informações para atacar o Reader e o Acrobat, mas a Adobe está dando apenas cinco dias para o trabalho ser feito. No momento, a empresa não teme ataques que explorem a falha, disse Arkin.

Usuários preocupados com a falha podem suavizar o problema abrindo documentos do Reader fora do browser, segundo Arkin.

A correção para o Acrobat e para o Reader será lançada na próxima semana. A Adobe afirma que a falha atinge plataformas Windows, Mac e Unix.

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Atualização do Windows 7 pretende bloquear cópias piratas

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A Microsoft informou na quinta-feira (11/2) que vai soltar para usuários do Windows 7 uma atualização que detecta cópias ilegais instaladas usando mais de 70 diferentes programas.

A atualização para o Windows Activate Technologies (WAT), software anti-pirataria anteriormente conhecido como Windows Genuine Advantage (WGA), será colocado no site de downloads da Microsoft no próximo dia 17 de fevereiro como uma atualização opcional categorizada como “importante”.

As versões Home Premium, Professional, Ultimate e Enterprise do sistema operacional ganharão a atualização. “Gostaria de lembrar que a atualização é voluntária, o que significa que você pode escolher se instala ou não quando aparecer a janela do Windows Update”, disse o gerente do grupo de ativação da Microsoft, Joe Williams, em um post no blog Genuine Windows.

Trata-se de uma prática bem diferente da que a empresa adotou em 2006, quando a Microsoft forçou usários do Windows XP a atualizarem o WGA com uma atualização de alta prioridade. Muitos usuários processaram a empresa pelo comportamento, abandonado logo depois.

De acordo com Williams, a atualização do WAT detecta mais de 70 “exploradores de ativação”, termo da Microsoft para o que os usuários denominam “crack”, processo de roubar chaves para ativar ilegalmente cópias do Windows 7. Após a atualização estar instalada, PCs rodando cópias ilegais começarão a mostrar um fundo preto. “Máquinas rodando versões legítimas do Windows 7 não verão nada”, disse Williams.

Para o mercado chinês, a Microsoft vai atrasar o lançamento da atualização. A empresa fará uma campanha publicitária explicando os riscos de usar produtos piratas no país antes de liberar a atualização. Cópias piratas do sistema operacional estavam disponíveis online e vendidas em barracas de eletrônicos em Beijing desde semanas antes do lançamento oficial do Windows 7.

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Microsoft tira do ar atualização que causa tela azul da morte no XP

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A Microsoft anunciou na tarde da quinta-feira (11/2) que cortou pela metade a distribuição das atualizações para o Windows XP que estavam relacionadas aos problemas recentes dos usuários com a famosa tela azul da morte.

De acordo com usuários que postaram reclamações no fórum de suporte da Microsoft, depois de instalar a atualização lançada no Patch Tuesday da terça-feira (13/2), as máquinas começaram a travar durante a inicialização do sistema.

“Paramos de oferecer a atualização por meio do Windows Update assim que descobrimos os problemas com a reinicialização”, afirmou o administrador de sênior do Centro de Respostas de Segurança da Microsoft (MSRC, em inglês), Jerry Bryant.

De acordo com Bryant, Microsoft já está investigando o problema. “Nossa análise inicial sugere que o erro ocorre depois de instalar a correção MS10-015 (KB977165), mas ainda não confirmamos se a falha é específica deste item ou se é um problema de interoperabilidade com algum componente ou software de terceiros.

Bryant também menosprezou o caso da tela azul, dizendo que apenas um “número limitado” de usuários foi afetado.

O tópico de suporte, no entanto, cresceu bastante na quinta-feira. No final do dia, a página já tinha mais de 250 mensagens – o dobro do que tinha 12 horas antes – e mais de 55 mil acessos.

Apesar das reclamações, Bryant motivou os usuários a aplicar as outras atualizações lançadas na terça-feira e indicou um método alternativo para proteger os computadores da antiga MS10-01, com o desligamento do subsistema NT Virtual DOS Mode (NTVDM).

A Microsoft não ofereceu nenhuma ajuda aos usuários cujos sistemas foram danificados e Bryant também não deu uma previsão de quando a companhia terminaria a investigação. A única solução, que foi publicada por um usuário no tópico de suporte, é inútil para usuários de computadores portáteis sem drives de CD ou DVD, como netbooks.

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Windows 7: entenda as diferenças entre as versões

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O Windows 7 tem sido apontado como a versão mais redonda desse sistema operacional. Agora, a palavra de ordem do Windows é eficiência mas, acima de tudo, simplicidade. Os caminhos estão mais fáceis, a interface está mais intuitiva, mas a escolha do usuário pela versão ideal está um pouco mais complicada. É que agora, ele tem 5 opções disponíveis no mercado: a Home Premium, a Professional, a Ultimate, a Home Basic e a Starter. Qual delas é a melhor pra você?

“Primeira coisa: o usuário doméstico deve optar pela versão Home Premium. É ela quem traz todos os recursos sofisticados, novos que a gente lançou, ideal para o entretenimento”, indica o diretor geral de Consumo e Online da Microsoft, Osvaldo Barbosa de Oliveira.

Mas se a Home Premium é a melhor para a maioria, para que servem as outras versões então? Bom, vamos entender primeiro a versão Professional. A grande vantagem com relação à Home Premium é que ela permite a inclusão da máquina em redes de trabalho. Então, se você é do tipo que usa seu laptop de dia na empresa, acessa dados da rede interna durante o expediente, e leva-o para casa à noite, é bom que opte por esta versão.

“Esse usuário profissional é um usuário que está usando um notebook na empresa e ele volta para casa com esse notebook, e em casa ele quer ser um usuário doméstico, de entretenimento, navegar na internet”, esclarece o diretor.

É heavy user e possui uma máquina potente? Então, você tem a opção de comprar uma versão mais robusta, cheia de novos recursos de segurança. É a Ultimate. Só que ela também é mais pesada.

“A versão Ultimate traz, a princípio, os recursos de segurança existentes na versão Enterprise, que só está disponível para as empresas que têm contrato de licenciamento. Basicamente isso que ele traz de novidade”, conta Oliveira.

Existem outras duas versões mas, ao contrário do Ultimate, são feitas para computadores com processadores mais fracos, além dos netbooks. A versão Home Basic é mais barata que a Home Premium e será, provavelmente, muito utilizada pelos fabricantes na hora de vender um computador exatamente por custar menos. E, pra finalizar, tem a versão Starter, que foi muito criticada na plataforma Vista por limitar a quantidade de aplicativos abertos simultaneamente.

“Não existe mais essa limitação, então o usuário que está comprando uma máquina de baixo custo hoje, pode ter acesso ao Windows 7 Starter, vai rodar todas as aplicações, vai ser produtivo. Não vai ter todos os recursos que estão na Home Premium, mas ele vai ter uma opção muito econômica para fazer tudo o que ele precisa”, finaliza o executivo.

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fonte :olhar digital

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